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quarta-feira, 14 de maio de 2014 |

Modernices numa taberna!



Venho-vos falar hoje de uma situação no minimo curiosa. A situação em que nem sempre as primeiras impressões são as reais. Há uns tempos atrás visitei com umas amigas este restaurante. A experiência não foi das melhores pois pecou em termos de atendimento e gravemente. Tudo isto tornou-se uma experiência terrível. Acabou por eliminar qualquer prazer que tivéssemos tido em termos de comida ou bebida. Não fomos mal tratados mas foi tão má a impressão que riscamos o restaurante do mapa e facilmente contávamos a experiência negativa a qualquer pessoa que mencionasse o nome da Taberna Moderna. Infelizmente, é assim que se acabam reputações, locais e pessoas.  

Recentemente convidaram-me a lá voltar, mas desta vez os conhecimentos eram outros, e graças à simpatia de quem me levou e ao facto de ser visto com outros olhos, percebi o quanto este restaurante tem para oferecer.

Para começar vou-vos falar do André e do Nuno. Dois rapazinhos que têm umas mãos mágicas. Não, eles não fazem massagens. Eles fazem os melhores Gins que alguma vez se conseguiu beber na cidade de Lisboa. A parte curiosa é que eu detesto Gin. Mas conseguiram me convencer e serviram-me coisas maravilhosas que não só não tinham sabor de Gin mas que quase se assemelhavam ao néctar dos deuses. 

Em termos de comida, apenas petisquei, e tenho a dizer que aquele polvo tenrinho que quase que derrete na minha boca, é maravilhoso.E as entradas que são umas bolinhas com choco por dentro? Que quando se corta a única coisa que se vê é algo muito negro! Mas muito saborosas!! Muito mesmo. 

E sem dúvida o sorriso da gerente, a Rafaela,  cada vez que nos recebe ( sim, já deu para perceber que me tornei habitual) é como chegar à casa de uma amiga que com tanto gosto cozinhou para nós. AH, e não posso deixar de mencionar o Crumble de Frutos Silvestres. Não há nada mais delicioso. E eu sou fanático por chocolate. Mas isto tira-me do sério! Maravilhoso.

Recomendo sériamente nos dias de hoje a vistarem a Taberna Moderna. Nestas noites quentes que se aproximam podem sempre desfrutar de um Gin feito pelos meninos, na esplanada. E depois entrar para petiscar e deliciarem o vosso paladar. Se forem, digam à gerente que vão da minha parte. Não ganham nada com isso mas fica-vos bem e a mim também. That's all.
    
terça-feira, 22 de abril de 2014 |

Memórias que caminham comigo diariamente


Um destes dias brincava com estas peças que tenho presas no meu tornozelo. Para quem não conhece ( o que eu duvido) são da Pandora. A marca dinamarquesa que faz questão que cada peça simbolize um momento especial da nossa vida.

Comprei esta pulseira quando trabalhava numa loja e rapidamente quis colocar algumas peças. Curiosamente andei durante séculos só com a primeira peça que comprei: a do meu signo ocidental, o Escorpião. Disseram-me na altura que deveria ter peças que simbolizassem algo pessoal e especial para mim. Confesso que já não me lembro qual a ordem em que elas foram compradas/oferecidas mas vou falar de cada uma delas pela ordem em que estão.

Comecei com o Escorpião. Identifico-me a 100% com este signo, não fosse eu nascido em Novembro. Com todas as características, que me assentam que nem uma luva, sejam feitios ou qualidades, elas caiem todas. Como sempre me identifiquei com astrologia e toda a simbologia que o signo tem, esta foi a minha primeira escolha. 

Apesar de não se ver bem, de seguida temos a Serpente. O meu signo chinês. Esta foi-me oferecida. Mais um signo que me encaixa na perfeição. É com algum carinho que olho para estas peças e me recordo sempre dos momentos da vida em que elas apareceram. Esta foi da loja onde trabalhava. Recordo-me que foi um prémio. Fiquei orgulhoso de mim mesmo por ter conseguido ganhar este prémio. Curioso como olhar para uma pecinha de prata traz memórias e sentimentos.

De seguida, o símbolo chinês da eternidade. Foi a minha mãe que me ofereceu. Família é eterna. Mãe e filho são eternos. Não há nada que nos possa tirar o que já é nosso. E a ironia de ter a eternidade a meus pés, também me deu um gostinho especial.

Agora a peça que neste momento me traz mais memórias e sentimentos, o nó. Esta peça foi a minha avó que me ofereceu. Sempre a encarei como uma peça que simbolizava a união que eu e a minha avó tínhamos. Éramos unidos e cúmplices. Éramos confidentes um do outro. Éramos um nó sem pontas soltas. Éramos algo forte, que juntos, ninguém derrubava. Uma pecinha de prata que me traz isto tudo. Que em traz alegrias e tristezas. Sentimentos que se instalam em mim, tal como o frio ou o calor, e percorrem o corpo todo. 

O avião lembra-se toda e qualquer viagem que eu já tenha feito ou que queira fazer. Adoro estar noutro país e conhecer cantos e esquinas, conhecer pessoas, conhecer coisas diferentes. O avião simboliza o meu aspecto de viajante. Odeio a viagem em si, mas quando chego ao meu destino, nada me para. Tenho de ver calmamente tudo o que sempre vi na televisão ou em fotografias. Tenho de provar as iguarias de que sempre ouvi falar. Tenho de tirar as fotografias icónicas que toda a gente tem.

 Por fim a vaca, que tem um simbolismo duplo. Sempre gostei de vacas a minha vida toda. Acho que são animais com um ar paciente e relaxado, cuja vida parece não ter muito mais que simplesmente relaxar no prado. Pessoalmente sempre preferi as malhadas de preto e branco. O que foi terrível quando os meus amigos descobriram. Aniversários e Natal encheram-me a casa com padrão de vaca até às orelhas. O segundo sentido que esta peça tem baseia-se no facto de, na altura que a comprei, ter sido comprada com duas colegas minhas em conjunto. Cada um de nós tinha a sua. Long story short, encaro esta peça como uma lição de moral também. Perceber que nem sempre as pessoas que estão ao nosso lado nos mostram verdadeiramente o que são.

A Pandora oferece-nos precisamente isto. Memórias em pequenas peças que andam connosco diariamente. Todos os dias sinto no meu tornozelo peso de todas as lembranças que ali estão presentes. A Pandora garante-me que essa carga emocional caminha todos os dias comigo. Pelo menos já o faz há mais ou menos quatro anos. Melhor que uma fotografia, uma peça da Pandora consegue por vezes transportar-nos ao momento exacto, sentir tudo de novo. E por aqui ficamos, pois depois deste walking down memory lane, a melancolia já se instalou sobre mim. That's a.ll
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014 |

O post perfeito para este tempo de chuva!!!

Olá Gente Séria!! Pois que hoje andava às voltas nas minhas tralhas, papéis e afins, à procura do meu certificado de habilitações, e descobri o bilhete de avião da minha primeira viagem de todas: República Dominicana.

Foi para a minha viagem de finalistas, sim de universidade, pois no meu tempo só existiam essas. Claro que comecei logo a dad o longo passeio "down memory lane". Lembro-me de duas coisas que me aterrorizavam na altura: o levantar vôo e a duração da viagem. Não é fácil ter como baptismo de vôo 9 horas de viagem.
Mas foi fácil. Tudo correu bem. O levantar vôo foi como uma montanha russa. Foi sentir uma força que nos colava à cadeira. Em segundos estávamos no ar. Tudo correu normalmente salvo os poços de ar. Aquela sensação de que todos os nossos orgãos internos nos sobem à cabeça não é nada simpática.

Mas pronto, o meu destino foi Puerto Plata. Confesso que não sou nada fan de paraísos tropicais. Detesto calor. Detesto sentir-me pegajoso. Respirar ar pesado. Nada de nada. Não suporto. Mas porque fui parar ali, perguntam vocês... Simples, entre os imensos destinos que havia na minha turma (don't ask!!) foi o mais longe e mais simpático para descansar e relaxar.

Acabei por gostar. Acabei por adorar aqueles pequenos almoços com uma oferta de frutas tropicais enorme, acabei por adorar a simpatia do povo, a simplicidade ( e infelizmente a pobreza, que eu não adorei) com que vivem, mas uma felicidade imensa contagiante. E sem dúvida as paisagens, tiram o fôlego a qualquer um, gostando ou não.

Uma das viagens mais curiosas que fiz enquanto lá foi à Isla Cayo Levantado, também chamada de Ilha Bacardi. Isto acontece pois houve um anúncio da Bacardi que foi lá gravado. Aliás, uma das coisas que adorei foi precisamente por ser a única praia com relva que eu vi na vida. Esta relva foi plantada para se fazer o anúncio. Foi, no minimo, um dia peculiar. Uma viagem de horas e horas e horas num táxi com ar condicionado ( o que soube tão bem ). 
Chegámos a um ponto em que tivemos de atravessar numa lancha em que entre a borda da lancha e a água praticamente se juntavam, e eu jurava que íamos ficar ali no meio da água. Lá chegamos à ilha. Um calor insuportável. Uma praia com relva maravilhosa. Uma água cristalina fantástica. Ansioso por mergulhar e refrescar-me. Corri. Mergulhei. Gritei! A água parecia sopa. Quente quente. Foi das maiores desilusões da minha vida. Queria tanto refrescar-me. Queria tanto deixar de sentir aquele calor. Mas não, toma lá água quente.

Foram 9 dias interessantes, que teve de tudo. Calor, humidade, chuvas tropicais, cascatas de sonho, comida maravilhosa, bebida que não acabava ( onde eu me apaixonei pelas piñas coladas com rum ).
Para uma semana, nove dias no máximo, recomendo. Para quem gosta mesmo dos paraísos tropicais até um mês devem ficar. Não se faz mesmo nada a não ser aproveitar o que as Caraíbas têm para oferecer. As fotos infelizmente são retiradas da internet. A altura que fui ainda era do tempo em que se tinha de andar de máquina fotográfica atrás. Essas fotos, nem sei onde andam. Mas se um dia as encontrar actualizo este post. That's All.




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014 |

Pin To Chic - Deste tipo de desastres nós não nos importamos!!

                                          

O grande desastre americano, ou não. Há coisa de uma semana, uma amiga nossa, ela de si muito pin up e linda de morrer, combinou almoçar connosco. Claro que fomos parar ao Great American Disaster. 

Para quem não conhece é um restaurante que existe há séculos, mas que sofreu uma remodelação à séria e neste momento é um diner dos anos 50. Situado no Marquês de Pombal, por cima de umas galerias, mostra-nos uma vista ( para quem ficar sentado à janela) sobre a rotunda do Marquês e o Parque Eduardo VII. Com o seu look de rock’n’roll, só falta mesmo o estarmos na América. Tudo se conjuga no restaurante. Desde o aspecto da sala, as fardas, os nomes dos pratos a serem servidos. Tudo ali respira anos 50 e um toque forte de Rock.

Aconselhamos vivamente a ir lá. Desde hambúrgueres, saladas, pizzas e bifes, tudo ali é possível. E fome não se passa. Tudo relativamente bem servido, e com o seu sabor peculiar e típico. E qual é o diner que não tem o mais tradicional milkshake? Pedimos um e não nos arrependemos. Delicioso. O sabor do chocolate derretia-se nas nossas bocas. 

 Entre a simpatia de quem nos atendeu, pela comida e a companhia maravilhosa foi uma refeição que não esqueceremos.

Já lá fomos várias vezes, e para nós voltarmos é porque realmente há algo de bom. Talvez seja o espirito do Rock que chama por nós mas acabamos sempre por voltar lá. E sem grandes estragos como sobremesas e entradas come-se bem e paga-se pouco, algo que nos dias de hoje é uma mais-valia.


Se lá forem avisem. Gostaríamos de saber a vossa opinião. That’s All. 
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 |

Pin To Chic - Museu do Choco - Quando comida com choco é arte



Pelo nome pensamos que vamos encontrar as inúmeras espécies de choco expostas, com uma série de placas cheias de definições e nomes estranhos, juntamente com aqueles aparelhos maravilhosos que nos fazem a visita áudio guiada. Ou então podemos ainda pensar na arte de bem dormir. Mas não, nada disso. Este museu promete servir-nos a arte do choco num prato… e tão bem que o fazem.
Com uma decoração extremamente cosmopolita, este espaço, que agracia a avenida principal de Setúbal desde o passado Agosto, traz-nos receitas exclusivas de choco, tendo as suas paredes ilustradas com o molusco que lhe dá o nome, desde a apanha até à preparação, num ponto de vista artístico mas com um toque moderno; uns candeeiros enooooooooooooooooooooooormes e maravilhosos, pequenas salas mais intimas, temos de tudo. A simpatia é tão boa como a comida. Desde que entrámos até sairmos, fomos tratados como realeza, com um sorriso e, acima de tudo, com vontade.
A nossa ementa, num jantar de aniversário, começou desde pataniscas e rissóis de choco, surpreendentemente maravilhosos e que não dá vontade de parar de comer. Abençoado choco e cozinheiro. O tempo de espera pelo famoso choco frito de Setúbal com a sua batata frita foi praticamente nenhum. Entre um copo de vinho e um rissol, em amena cavaqueira o tempo passou, sempre com a preocupação dos funcionários em garantir que a refeição era de e por excelência.
            Uma das coisas mais curiosas desta noite foi mesmo facto de que, apesar do restaurante ter estado relativamente cheio, ninguém se queixou de barulho, nem se ouviam as conversas das outras pessoas como acontece noutros restaurantes. A nossa mesa foi das mais barulhentas mas mesmo assim não havia a situação do barulho ensurdecedor. Isto, aliado a um bom jantar, só nos faz querer voltar.
O jantar estava delicioso. Choco frito, batata frita e uma salada maravilhosa a acompanhar (temos de nos manter saudáveis e comer sempre muito colorido. Para já a única excepção que nos lembramos é um prato de M&M’s… coloridos mas não saudáveis). Arriscamo-nos a dizer que quase saímos a rebolar, e como podem confirmar pela foto, não sobrou mesmo nada.


Nenhum jantar fica completo sem a sobremesa. As escolhas caíram entre bolo de Brigadeiro, bolo de Bolacha e folhado de Maçã com gelado. Experimentámos todos e devem pedir sempre o bolo de Bolacha. Divinal. Textura, sabor… tudo. O folhado de Maçã também era extremamente gostoso. O bolo de Brigadeiro era um bocadito seco, o que lhe retirava a piada toda.

Em resumo, é um restaurante maravilhoso, com um excelente serviço e excelente comida. Para um jantar de aniversário, ou um jantar a dois, é o local perfeito para se saborear o tradicional com um toque bastante moderno mas delicioso. Recomendamos, e quem nos quiser levar lá novamente, avise que vamos. Consultem o site http://www.museudochoco.pt/ e façam like no facebook https://www.facebook.com/museudochoco, deliciem-se com a oferta.  Mais uma vez, e já sabem como é, se forem lá digam que vão da nossa parte. Só vos fica bem e nós agradecemos. Podem não ganhar nada com isso mas ganham a nossa admiração. That’s all. 
quarta-feira, 25 de setembro de 2013 |

Pin To Chic - Restaurante Largo - Dar largas ao paladar e ao luxo



Com este tempo, a moleza instala-se e a vontade de fazer seja o que for é nenhuma! Mas não podíamos deixar-vos abandonados/as e aqui estamos com a disposição do costume para vos aconselhar um local maravilhoso para ter um jantar ainda mais maravilhoso!

Logo ali no Largo de São Carlos, há um espaço aconchegante e quase mágico que recebe qualquer um com um sorriso reconfortante e um toque de luxo. Da porta vê-se a magnificência e imponência do Teatro de São Carlos e automaticamente o ambiente de conto de fadas começa.

Quando chegámos, assim foi. A menina que nos recebeu foi uma simpatia e proporcionou-nos logo o início de uma boa estadia. As nossas pessoas foram avidamente absorvendo cada detalhe da sala mas a rendição absoluta foi nos aquários de medusas. Da dose de poesia tinham a mesma quantidade de terror. O negro com a luminescência das medusas era um misto de profundidade com a magia.

Sentámos numa das mesas com um dos aquários ao lado. O empregado tratou-nos regiamente e aconselhou-nos a ementa. Começámos então com um salmão curado com figo e vinagreta de framboesa. Cada momento era tal e qual congelado no tempo, tal como nos filmes que as refeições dos apaixonados demoram eternidades. Seguiram-se o bacalhau a 80º de cura portuguesa com migas de poejos e hortelã da ribeira e ainda o cachaço de Porco Ibérico com puré bata doce e espinafres. Repasto dos deuses, explosão de sabor no paladar. Nem temos ideia. E para complementar algo que nós adoramos: mousse de chocolate 0º com praliné de avelã.


Vão vão vão vão vão vão vão vão vão…. Entre o jogo para o paladar e o luxo que nos proporcionam é sem dúvida para experimentar. E queremos saber como foi a experiência. Digam que fomos nós que recomendámos. Queremos saber de tudo ao pormenor. Se não igualar a nossa experiência, é simplesmente porque vocês não sabem o que é boa comida.

 Como sempre digam que vão da nossa parte. Já sabem que não ganham nada com isso mas fica sempre bem e publicidade de borla é sempre simpática. That's all. - https://www.facebook.com/restaurantelargo?fref=pb
sábado, 14 de setembro de 2013 |

Pin To Chic - Osteria Cucina di Amici - Manjar dos Deuses para os amigos



Quem já foi a Itália? Nós já fomos. Fomos a Nápoles, Milão e Roma… várias vezes. Sempre comemos maravilhosamente bem porque como toda a gente sabe a cozinha italiana é algo de outro mundo. Manter a linha só se for a curva, e para ser a linha normal então só mesmo passando a vida no ginásio a queimar as calorias todas. Deliciosa até à última garfada sem dúvida.

                Já há algum tempo uma amiga quis nos levar a jantar num restaurante muito badalado ali na zona de Santos. (In)Felizmente acabou por nos ser sugerido um novo restaurante italiano que tinha aberto há pouco tempo e que pertencia à mesma cadeia. E lá fomos nós.

                Osteria de seu nome, reside numa esquina, de aspecto pitoresco. Entrámos e fomos cumprimentados pela Tânia que nos tratou “tu cá, tu lá” desde o início mas sempre impecavelmente. Foi-nos explicado o conceito do restaurante. Osteria é uma tasca italiana onde ali se cozinha como se fosse um jantar de amigos para amigos. Foram-nos feitas as sugestões e entre as deliciosas ofertas lá fizemos a nossa escolha.

                Praticamente se vê a comida a ser feita à nossa frente. Assim que as entradas chegaram começou o deleite dos sentidos. GENTE: explosão de sabores autêntica. Demasiado bom. Parece quase a comida de mamãe ou vovó, caso fossem italianas. Nós já experimentamos comida caseira italiana e comprovamos que realmente é muito bom. Qualquer dos petiscos pedido era cada um melhor que o outro. A acompanhar com um vinho delicioso. Manjar dos deuses romanos autêntico.


                Portanto desde o ambiente, a recepção, a comida e o vinho…melhor só mesmo jantar sem pagar! Sem dúvida, vão e mais uma vez digam que vão da nossa parte. Não vos vai servir de nada, mas lá está…. Fica-vos sempre bem!    http://www.osteria.pt/
quarta-feira, 14 de agosto de 2013 |

Pin To Chic - Quotidiano - Quando as flores trazem tantas calorias



Não…o que está naquele prato não é uma flor nova. Apesar de que não nos importaríamos de encontrar uma árvore ou um arbusto que desse flores destas. Seria garantido que passaríamos lá os dias a salivar por uma ou mais flores maduras. Esta é uma pequena (bomba) surpresa calórica servida no Restaurante Quotidiano.

De porta modesta em Alcântara, na esquina que alimenta os passinhos de todos para o Benzina, temos umas janelas simpáticas que ao mesmo tempo passam despercebidas. De ambiente suave e calmo chama-nos lentamente. Uma sala acolhedora recebe-nos envolta em madeiras num estilo rústico.

Passámos por lá um destes dias para tomar um café. A simpatia do funcionário levou-nos a olhar para a montra de doces. Uma montra digna de provocar diabetes só de olhar. Não só colorida, mas cheia e apelativa. Rios de baba desciam calmamente pela nossa boca. Diga-se que montra apelativa era pouco. A indecisão lutou na nossas cabeças tal e qual combate de boxe entre Rocky e Apollo vezes sem conta até nos ser sugerida esta maravilhosa flor de massa folhada com queijo mascarpone e frutos do bosque. Arriscámos e não nos arrependemos. Cada garfada era como o videoclip da Katy Perry – California Gurls – estávamos no mundo das sobremesas e doces. Só faltava encontrar a casa de doces do Hansel & Gretel. O contraste de texturas e sabores… hummmmmmmmmmm.

 Como podemos nós manter a linha se há forças do mal que se juntam genialmente a criar estas maldições para o nosso paladar? Neste momento as únicas linhas só mesmo as curvas. Consideramo-nos o percurso das estradas do norte de Portugal.


Obrigatório visitar. Nem que seja só mesmo pela sobremesa. Ninguém diz que estamos no centro da cidade. E mesmo com dois pisos e o de cima com um jantar de grupo a decorrer, não houve nada que nos incomodasse. Teremos de experimentar a parte de restaurante mesmo. Visitem e digam que vão da nossa parte… não ganham nada mas fica-vos bem. https://www.facebook.com/quotidiano.restaurante
quarta-feira, 31 de julho de 2013 |

Pin To Chic - Lugar a visitar sem falta!



De-Li-Ci-O-So!!!!!!!  Em todos os aspectos. Visual, olfactivo, gustativo e sonoro. O tacto não deu para experimentar pois ainda não nos deixaram meter a mão na massa. Diga-se que também não pedimos.
Visualmente as linhas modernas da loja das Amoreiras (claro…só andamos em zonas finas pelamordedeus!) são extremamente apelativas. Tem um look chamativo e confortável mas ao mesmo tempo simples e clean…nada que não se exija de um lugar destes. Confessamos que até dá medo de deixar uma migalha fora de sítio. E o facto de se poder espreitar para os fornos e ver as pessoas a trabalhar….Inspira qualquer um a puxar do chicote, açoitá-los e gritar: Mais!! Mais!!! Queremos mais!
O cheirinho a pão fresco. Até dá para suspirar e pensar na criadagem lá de casa a fazer pãozinho pela manhã. Bons velhos tempos.
Nós sofremos do pecado da gula e não resistimos a um bom doce. Aqui não há palavras que descrevam o que se sente quando se come por exemplo um brownie. Ok … há palavras, sim senhor: orgasmo papilo-gustativo! Dá vontade, não de comer e chorar por mais, mas de comer e comer bastante mais.
O ambiente é maravilhoso. Calmo, com uma banda sonora chill out suave, uma pessoa senta-se e perde-se no mundo dos sentidos. Apesar de um pequeno pormenor: as “meninettes” e seus apêndices do liceu ali da zona. Como qualquer adolescente acabam por fazer “un petit peu” de barulho a mais. Mas nada que não seja suportável e facilmente esquecido por esta viagem de sentidos.

É sem dúvida um local excelente para um café com as amigas, uma escapadelazita de final de tarde para relaxar, ou mesmo para nos levarem lá para comer aquele brownie delicioso vezes sem conta. Aguardamos o convite. https://www.facebook.com/erickayserportugal

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Modernices numa taberna!

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Memórias que caminham comigo diariamente

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O post perfeito para este tempo de chuva!!!

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Pin To Chic - Deste tipo de desastres nós não nos importamos!!

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Pin To Chic - Museu do Choco - Quando comida com choco é arte

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Pin To Chic - Restaurante Largo - Dar largas ao paladar e ao luxo

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Pin To Chic - Osteria Cucina di Amici - Manjar dos Deuses para os amigos

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Pin To Chic - Quotidiano - Quando as flores trazem tantas calorias

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Pin To Chic - Lugar a visitar sem falta!